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10 de abril de 2010

Assembléia de Deus vira abrigo.


A Assembleia de Deus do bairro de Fonseca, em Niterói, virou abrigo às vitimas da tragédia no Morro do Bumba. O pastor Antônio Mesquita, líder da comunidade, afirma que passou no local 40 minutos antes do local onde o morro veio a baixo.

De acordo da Defesa Civil, ao menos 25 pessoas foram resgatadas com vida no local, entre elas oito crianças. Segundo os bombeiros, cerca de 50 a 60 casas foram atingidas neste desabamento no morro do Bumba. Nos cálculos dos bombeiros, chega a 85 o número de mortos no município de Niterói desde o início das chuvas, na segunda-feira, dia 05.

O Morro do Bumba está a 50m da congregação do Viçoso Jardim. Segundo relatos do pastor ao menos seis irmãos estão desaparecidos. Algumas pessoas choram em frente ao templo, já aberto, para receber desabrigados. O dirigente Lenínvson Generoso acompanha tudo de perto. “As áreas do Projeto Crescer, do Patriarca Assistência Social (PAS), mantido pela nossa igreja, a AD em Fonseca, em Niterói, estão lotadas.” Ele relata que enquanto estavam no Projeto Crescer ele recebeu a notícia da queda do Morro do Bumba, em Viçoso Jardim, no Cubango, divisa com o bairro Fonseca, a cerca de 500m da Alameda, lado direito, no sentido Rio-Niterói.

A igreja abriga no Sítio das Oliveiras 46 adultos, 13 crianças, 1 idoso e 1 portador de necessidade especial; no Sítio Manancial, são 70 adultos, 30 crianças e 3 idosos. Ao menos 50% dos desabrigados não são membros da igreja. A igreja no Viçoso começou ontem à noite a receber desabrigados do Morro do Bumba.

Todos recebem alimentação, cobertores, colchões e roupas doadas por membros da igreja e comunidade. O trabalho é feito de forma fraterna com membros da comunidade. Um colégio ao lado do Projeto está com 96 pessoas. Dentre os abrigados, muitos perderam tudo: casa, utensílios, documentos, roupas…, outros estão com suas casas em risco de desabamento.

Hugo e João Gabriel, de 8 e 9 anos, atendidos pelo Projeto, mais um irmãozinho, morreram soterrados no Monte da Oliveiras, próximo ao Projeto. Na segunda-feira, os dois ficaram até mais tarde no Projeto por que aguardavam um padrinho, que levou chocolate aos dois irmãos.

Fonte: Site Creio

8 de abril de 2010

Quando o ímpio governa, o povo padece.


Reforma Constitucional – Mudanças no texto da Constituição que garantem a liberdade de culto. Se aprovadas, fica proibido culto fora das igrejas (evangelismo de rua), cultos religiosos só com portas fechadas.

Projeto nº 4.720/03 – Altera a legislação do 'imposto de renda' das pessoas jurídicas.
Projeto nº 3.331/04 – Altera o artigo 12 da Lei nº 9.250/95, que trata da legislação do imposto de renda das 'pessoas físicas'
Se convertidos em Lei, os dois projetos obrigariam as igrejas a recolherem impostos sobre dízimos, ofertas e contribuições.
Projeto nº 299/99 – Altera o código brasileiro de telecomunicações (Lei 4.117/62).
Se aprovado, reduziria programas evangélicos no rádio e televisão a apenas uma hora.
Projeto nº6.398/05 – Regulamenta a profissão de Jornalista
Contém artigos que estabelecem que só poderá fazer programas de rádio e televisão, pessoas com formação em JORNALISMO, Significa que pastores sem a formação em jornalismo não poderão fazer programas através desses meios.
Projeto nº 1.154/03 – Proíbe veiculação de programas em que o teor seja considerado preconceito religioso.
Se aprovado, será considerado crime pregar sobre idolatria, feitiçaria e rituais satânicos. Será proibido que mensagens sobre essas práticas sejam veiculadas no rádio, televisão, jornais e internet. A verdade sobre esse atos contrários a Palavra de Deus, não poderá mais ser mostrada.
Projeto nº 952/03 – Estabelece que é crime atos religiosos que possam ser considerados abusivos a boa-fé das pessoas.
Convertido em Lei, pelo número de reclamações, pastores serão considerados 'criminosos' por pregarem sobre dízimos e ofertas.
Projeto nº 4.270/04[/b] – Determina que comentários feitos contra ações praticadas por grupos religiosos possam ser passíveis de ação civil.
Se convertido em Lei, as Igrejas Evangélicas ficariam proibidas de pregar sobre práticas condenadas pela Bíblia Sagrada, como espiritismo, feitiçaria, idolatria e outras. Se o fizerem, não terão direito a se defender por meio de ação judicial.
Projeto de nº 216/04[/b] – Torna inelegível a função religiosa com a governamental.
Significa que todo pastor ou líder religioso lançado a candidaturas para qualquer cargo político, não poderá de forma alguma exercer trabalhos na igreja.
Existem outros projetos em andamento que ferem princípios bíblicos, entre eles:

Casamento de homens com homens e mulheres com mulheres.

Estabelecer um dia oficial do 'Orgulho Gay' em todas as cidades brasileiras, entre outros

5 de abril de 2010

Homem blindado?


Nas últimas semanas, o pontificado de Bento XVI tem sido colocado à prova diante de centenas de denúncias de abusos sexuais cometidos por religiosos católicos na Alemanha, sua terra natal. Não bastasse o escândalo, que descortina uma sucessão de histórias sórdidas, o manto papal foi definitivamente maculado quando começaram a pesar sobre o sumo pontífice incômodas acusações de conivência com os supostos crimes.

Em 1996, ainda cardeal Joseph Ratzinger, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e homem forte de João Paulo II, ele teria feito vista grossa para mais de 100 denúncias de pedofilia que incriminavam o padre americano Lawrence Murphy, acusado de molestar crianças com deficiência auditiva. Em 1980, ainda bispo de Munique, o religioso teria optado pelo afastamento, e não pela denúncia formal, do sacerdote alemão Peter Hullermann, um notório pedófilo. Também paira sobre Bento XVI a suspeita de que ele saberia dos abusos no tradicional coral Regensburger Domspatzen, dirigido por seu irmão Georg Ratzinger, de 1964 a 1994. Em meio a essa névoa de desconfiança, o mundo fica cada vez mais reticente diante do chefe supremo da Igreja Católica, alvo de críticas incisivas e inclementes de vários setores da sociedade, que chegam a pedir seu afastamento do cargo. Tudo em vão. Na condição de papa, Bento XVI é inatingível pela justiça dos homens.

E o único homem do mundo que só responde a Deus. “Está no cânone 1404 do Código do Direito Canônico: a primeira sede por ninguém é julgada”, recita em latim o cônego Celso Pedro da Silva, teólogo e reitor da Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção (Unifai), em São Paulo. Primeira sede, no caso, é a Santa Sé, representada exclusivamente pelo papa. A razão para tanto poder concentrado em uma única pessoa se explica. O sumo pontífice vive o legado direto de Jesus, que, inicialmente, confiou a Igreja ao apóstolo Pedro. Desde a morte de Pedro, em 67 d.C., pratica-se o ritual sucessório de acordo com ordens deixadas pelo próprio Cristo. Outro cânone, de número 331, especifica os poderes dos sucessores do primeiro sumo pontífice: “tem na Igreja o poder ordinário supremo, pleno, imediato e universal”.

Trocando em miúdos, não presta contas a ninguém, age como bem entender e não está sujeito sequer às interferências da instituição que o colocou no cargo, que não tem poder para tirá-lo da função. A única pessoa apta a questionar o papa é o próprio papa, que, em última instância, pode renunciar. Era de esperar que, na justiça dos homens, a situação fosse diferente. Mas não é. O líder máximo dos católicos permanece intocável diante das leis de qualquer país ou instituição. “Juridicamente, a condição do papa é estranha até para nós”, explica o advogado George Niaradi, conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil e presidente da Comissão de Relações Internacionais. Segundo Niaradi, o religioso goza da imunidade diplomática dos chefes de Estado, com a diferença de que seu cargo é vitalício.
Fonte: Revista Isto É

3 de abril de 2010

face de Cristo


Especialistas em computação gráfica usaram técnicas modernas de criação de imagens de 3D para recompor a imagem da face retratada no Santo Sudário, que muitos acreditam ser o rosto de Jesus Cristo.

A experiência foi feita especialmente para o documentário de TV "The Real Face of Jesus?" ("O rosto real de Jesus?"), do History Channel.

Os artistas tiveram acesso ao Santo Sudário, uma peça de linho que muitos cristãos acreditam ter sido usada para cobrir o corpo de Jesus após a crucificação. Sua autenticidade é debatida há anos por cientistas. O tecido traz uma imagem fantasmagórica do corpo de um homem que foi crucificado.

O artista de computação gráfica Ray Downing, que participou do projeto, é o mesmo que recriou em 3D o rosto do ex-presidente americano Abraham Lincoln, usando mais de cem fotos.

De acordo com Downing e com John Jackson, físico da universidade americana do Colorado que estuda o Santo Sudário desde 1978, a relíquia é singular, pois ela contém dados em três dimensões sobre o corpo da pessoa que foi enterrada.

Isso acontece porque o Santo Sudário foi enrolado em todo o corpo, em vez de apenas cobrir a face.

"A presença de dados em três dimensões é bastante inesperada e também é única", diz Downing. "É como se a imagem contivesse um manual de instruções sobre como se construir uma escultura."

O Santo Sudário, que pertence ao Vaticano, fica guardado na Cappella della Sacra Sindone do Palácio Real de Turim, na Itália.

Entre os dias 10 de abril e 23 de maio, a Catedral de São João Batista, em Turim, fará uma rara exibição pública da relíquia, que, acredita-se, deve atrair milhões de pessoas.

O papa Bento 16 fará uma visita ao local no dia 2 de maio. A última exibição pública do Santo Sudário foi há dez anos.

Fonte: BBC Brasil

31 de março de 2010

Senadora Narina Silva


Integrante da Assembléia de Deus, a senadora Marina Silva (AC) faz parte de um universo de 26,1 milhões de evangélicos —15% da população. O número é do Censo do ano 2000, estatística mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Desse universo, 8,5 milhões (5%) são assembleianos, maior fatia dentre as igrejas evangélicas, e são estes, que a senadora, pré-candidata do PV às eleições presidenciais, quer conquistar.

A senadora Marina Silva vai assistir neste ano, pela primeira vez, à encenação da Paixão de Cristo em Nova Jerusalém (PE), espetáculo tradicional no estado, que reúne 460 artistas em teatro aberto e 8 mil espectadores. Eventos como esse ganham espaço na agenda da parlamentar, que recebe, em média, 150 convites por mês para participar de palestras. Além de encontros com empresários e universitários, Marina realiza reuniões com grupos religiosos.

O vereador carioca Alfredo Sirkis, um dos coordenadores da campanha de Marina, afirma que a comunidade cristã é um dos eleitorados mais visados pelo partido. “É um segmento (1)propício a votar nela. Há um esforço nesse sentido (de realizar encontros com grupos religiosos).” Esse grupo, ressalta o vereador, ainda possui uma extensa e numerosa rede de contatos, seja por meio da internet, seja de canais de televisão e rádio próprios.

Pregações

Em encontro com grupos religiosos, a campanha eleitoral e a atuação no Congresso Nacional não entram na pauta, afirmam assessores da senadora. Marina é convidada para fazer palestras e pregações sobre a relação entre o meio ambiente e os ensinamentos do texto bíblico — a pauta ambiental é uma das principais bandeiras da candidatura da senadora. Esse foi o tema, aliás, de palestra dada em fevereiro pela ex-ministra do Meio Ambiente, em aula inaugural de uma escola bíblica presbiteriana de Brasília. O evento, cujo título foi Espiritualidade cristã e meio ambiente, reuniu cerca de 500 jovens e adultos na sede da Igreja Presbiteriana Nacional, na Asa Sul. O pastor Marco Antônio Baumgratz, que coordenou o evento, ressalta que a igreja não apoia um determinado candidato e que o convite foi feito pelo histórico da senadora em defesa da causa ecológica. “Não é porque não fazemos política no púlpito que vamos impedir uma irmã de falar”, ponderou.

1 - Ecumênica e tecnológica

Em Cuiabá, na semana passada, Marina também cumpriu agenda religiosa. A senadora teve uma reunião com daimistas, espíritas, católicos e praticantes de umbanda. O tema do encontro ecumênico foi a responsabilidade cidadã com o meio ambiente. Em abril, a pré-candidata do PV tem palestras agendadas com católicos. Na próxima semana, em Pernambuco, participa ainda de teleconferência durante encontro nacional de mulheres presbiterianas.

Ninguém abre mão

De formação católica — quando jovem, pensou em ser freira —Marina passou a frequentar a Assembleia de Deus há treze anos. Com a saúde abalada por diferentes tratamentos de saúde para combater efeitos de doenças do passado, como malária e leishmaniose, Marina foi apresentada a um pastor da igreja Assembleia de Deus. Passou a frequentar a igreja e a dedicar mais tempo à leitura bíblica. Há cerca de três anos, tornou-se missionária consagrada, cargo mais elevado entre as mulheres na hierarquia da Igreja. Acompanhada do marido, Marina costuma ir ao culto aos domingos, com o cuidado de chegar um pouco depois do inicio da celebração para evitar tumulto. “A frequência dela é bem acima do que se pode esperar de uma pessoa com os encargos que ela tem”, elogia o pastor Sóstenes Apolos, presidente da Igreja da ex-ministra.

Dilma e Serra

Católica, mas não praticante, a candidata do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ministra da Casa Civil Dilma Rousseff, também já ensaiou movimentos para se aproximar de grupos religiosos. Em setembro, participou de cerimônia na sede provisória da Presidência para sanção da lei que cria o dia nacional da marcha evangélica. Na ocasião, o casal Estevam e Sônia Hernandes, da igreja Renascer em Cristo, rezou pela saúde da ministra. Naquele mês, o oncologista responsavél pelo tratamento de Dilma contra um câncer linfático afirmou que não havia mais evidência da doença.

Em outubro, Dilma participou de missa na Igreja do Bonfim, em Salvador. A pré-candidata do PT participaria ainda do Círio de Nazaré, em Belém. Assim como Dilma, o pré-candidato do PSDB, José Serra, também é católico. O nome do tucano, na verdade, é uma homenagem a São José. Segundo assessores de Serra, o governador ainda não tem agenda para a semana santa.

Fonte: Corrreio Braziliense

30 de março de 2010

Nada vejo


O futuro papa Bento 16 estava bem mais informado sobre o caso de abuso sexual na Alemanha do que as declarações anteriores da Igreja sugeriam, levando a novos questionamentos sobre a forma como lidou com um escândalo que se desdobrava sob sua supervisão direta, antes dele ascender ao topo da hierarquia da Igreja.

O cardeal Joseph Ratzinger, o futuro papa e arcebispo de Munique na época, recebeu um memorando que o informava que um padre, que ele aprovou ser enviado para terapia em 1980 para superar a pedofilia, retornaria ao trabalho pastoral apenas dias após o início do tratamento psiquiátrico. O padre foi posteriormente condenado por molestar meninos em outra paróquia.

Uma declaração inicial sobre o assunto, emitida neste mês pela Arquidiocese de Munique e Freising, depositava a responsabilidade plena pela decisão de permitir que o padre retomasse seus deveres ao vice de Ratzinger, o padre Gerhard Gruber. Mas o memorando, cuja existência foi confirmada por dois membros da Igreja, mostra que o futuro papa não apenas liderou uma reunião em 15 de janeiro de 1980, aprovando a transferência do padre, como também foi mantido informado sobre o retorno do padre às atividades.

Que papel ele exerceu na tomada de decisão e quanto interesse ele demonstrou pelo caso do padre com problemas, que molestou múltiplos meninos em seu cargo anterior, permanece incerto. Mas o chefe de pessoal que cuidou do assunto desde o início, o padre Friedrich Fahr, “sempre manteve uma ligação pessoal, excepcional” com Ratzinger, disse a Igreja.

O caso do padre alemão, Peter Hullermann, ganhou nova relevância porque ocorreu na época em que Ratzinger, que posteriormente foi encarregado de lidar em nome do Vaticano com milhares de casos de abuso, estava em posição de encaminhar o padre para ser processado, ou pelo menos impedi-lo de voltar a ter contato com crianças. A Arquidiocese alemã reconheceu que “grandes erros” foram cometidos na forma de lidar com Hullermann, apesar de ter atribuído esses erros a pessoas subalternas de Ratzinger, e não ao próprio cardeal.

Representantes da Igreja defenderam Bento 16 dizendo que o memorando era rotineiro e “dificilmente chegou à mesa do arcebispo”, segundo o padre Lorenz Wolf, o vigário judicial da Arquidiocese de Munique. Mas Wolf disse não poder descartar que Ratzinger o tenha lido.

Wolf falou com Gruber nesta semana a pedido do “New York Times”. Segundo Wolf, Gruber, o ex-vigário geral, disse que não conseguia se lembrar de uma conversa detalhada com Ratzinger a respeito de Hullermann, mas que Gruber se recusava a descartar que “o nome tenha sido mencionado”.

Bento era conhecido por lidar com os casos de abusos por padres no Vaticano antes de se tornar papa. Apesar de alguns terem criticado seu papel no tratamento desses casos ao longo das últimas duas décadas, ele também foi elogiado pelos defensores das vítimas por levar o assunto mais a sério, pedindo desculpas às vítimas americanas em 2008.

A passagem do futuro papa por Munique, na história mais ampla de sua vida, até agora era vista como apenas um degrau na escada para o Vaticano. Mas este período em sua carreira recentemente passou a sofrer grande escrutínio –particularmente seis semanas decisivas de dezembro de 1979 a fevereiro de 1980.

Nesse breve período, como mostram uma revisão de cartas, minutas de reuniões e documentos de arquivos pessoais, Hullermann passou da desgraça e da suspensão de suas funções em Essen para um trabalho sem restrições como padre em Munique, apesar do fato de ter sido descrito na carta que pedia sua transferência como sendo um “perigo” potencial.

Em setembro de 1979, o capelão foi afastado de sua congregação após três casais de pais terem dito ao seu superior, o padre Norbert Essink, que ele tinha molestado seus filhos, acusações que ele não negou, segundo anotações feitas por seu superior e ainda presentes no arquivo pessoal de Hullermann em Essen.

Em 20 de dezembro de 1979, o chefe de pessoal de Munique, Fahr, recebeu um telefonema de seu par na Diocese de Essen, Klaus Malangre.

Não há um registro oficial da conversa entre eles, mas em uma carta para Fahr datada de 3 de janeiro, Malangre se referiu a ela como parte de um pedido formal para transferência de Hullermann para Munique, para que visitasse um psiquiatra lá.

O abuso sexual de meninos não é mencionado explicitamente na carta, mas as entrelinhas são claras. “Relatos da congregação na qual ele atuava nos deixaram cientes de que o capelão Hullermann representava um risco, nos fazendo afastá-lo imediatamente dos deveres pastorais”, dizia a carta. Ao apontar que “não há nenhum procedimento pendente contra o capelão Hullermann”, Malangre também comunicou que o perigo em questão era sério o bastante para ter consequências legais.

Ele fez outra indicação clara, ao sugerir que Hullermann podia ensinar religião “em uma escola de meninas”.

Em 9 de janeiro, Fahr preparou um resumo da situação para as autoridades da diocese, antes de sua reunião semanal, dizendo que um jovem capelão precisava de “tratamento médico psicoterapêutico em Munique” e um lugar para viver com “um colega compreensivo”. Fora isso, ele apresentou o padre de Essen em termos quase elogiosos, como um “homem muito talentoso, que poderia ser utilizado de várias formas”.

O papel de Fahr no caso recebeu pouca atenção até o momento, em comparação ao mea culpa de Gruber.

Wolf, que está atuando como consultor legal interno no caso de Hullermann, disse em uma entrevista nesta semana que Fahr foi o “filtro” de toda a informação envolvendo Hullermann. Ele também foi, segundo seu obituário no site de arquidiocese, um grande amigo de Ratzinger.

Um momento chave ocorreu na terça-feira, 15 de janeiro de 1980. Ratzinger presidiu a reunião do conselho da diocese naquela manhã. Seus bispos auxiliares e chefes de departamento se reuniram em uma sala de conferência no último andar do prédio administrativo do bispo, situado em um ex-mosteiro em uma rua estreita no centro de Munique.

Era um dia agitado, com a morte de cinco padres, a aquisição de uma peça de arte e cuidados pastorais em vietnamita para os imigrantes recentes entre as questões que dividiam a agenda com o item 5d, o assunto delicado do futuro de Hullermann.

As minutas da reunião não incluem referências às discussões de fato naquele dia, apenas declarando que um padre de Essen, necessitando de tratamento psiquiátrico, pedia acomodações em uma congregação de Munique. “O pedido foi concedido”, diz as minutas, estipulando que Hullermann viveria na Igreja de São João Batista, no norte da cidade.

Os representantes da Igreja dão um nome próprio para a linguagem nas minutas das reuniões, que são internas, mas circulam entre os secretários e outros membros da diocese, disse Wolf, que possui um arquivo digitalizado das minutas das reuniões, incluindo as da reunião de 15 de janeiro. “É linguagem protocolar”, ele disse. “Aqueles que sabem do que se trata entendem, aqueles que não, não sabem.”

Cinco dias depois, em 20 de janeiro, o gabinete de Ratzinger recebeu uma cópia do memorando de seu vigário geral, Gruber, devolvendo a Hullermann funções plenas, como confirmou um porta-voz da arquidiocese.

Hullermann retomou as atividades paroquiais praticamente ao chegar a Munique, em 1º de fevereiro de 1980. Ele foi condenado em 1986 por molestar meninos em outra paróquia da Baviera.

Nesta semana, novas acusações de abuso sexual surgiram, tanto de seu primeiro cargo em uma paróquia próxima de Essen, no norte da Alemanha, quanto de 1998, na cidade no sul da Alemanha de Garching an der Alz.

Fahr morreu há dois anos. Um porta-voz da diocese em Essen disse que Malangre não estava disponível para entrevista. Malangre, atualmente com 88 anos, sofreu recentemente um acidente e estava confuso e não confiável como testemunha, quando interrogado em uma investigação interna sobre o modo como o caso Hullermann foi tratado, disse o porta-voz, Ulrich Lota.

Gruber, que assumiu a responsabilidade pela decisão de devolver Hullermann a uma paróquia, não estava presente na reunião de 15 de janeiro, segundo Wolf, e não respondeu aos repetidos pedidos de entrevista.

Fonte: The New York Times

24 de março de 2010

Capitão Lúcio da seleção Brasileira


"A Bíblia para mim é um manual", afirma capitão Lúcio
Em entrevista ao 'Na Estrada com Galvão', no programa Esporte Espetacular deste domingo, o zagueiro da seleção brasileira e do Inter de Milão, Lúcio, que é evangélico, apresenta sua família, fala sobre carreira e como comandar o Brasil na Copa do Mundo a menos de três meses da Copa do Mundo da África do Sul.

O zagueiro Lúcio, ex-Internacional e Bayern de Munique, é sinônimo de raça e dedicação dentro de campo. O que muitos não sabem é que, fora das quatro linhas, o capitão da seleção brasileira é um pai de família dedicado e marido carinhoso. Hoje jogador do Inter de Milão, ele recebeu a equipe o "Esporte Espetacular" em sua casa, na Itália, e conversou com o apresentador Galvão Bueno, no quadro "Na Estrada com Galvão".

A menos de três meses da Copa do Mundo da África do Sul, Lúcio falou sobre ser o capitão do Brasil em uma Mundial, lembrou o início da carreira no Rio Grande do Sul, os conselhos da mãe e a carreira na Alemanha e, agora, na Itália.

Mas quem roubou a cena durante a entrevista foram os filhos do jogador (Vitória, João Vitor e Valentina). Com 11 anos, Vitória, a mais velha, falou alemão e disse que sonha em ser atriz ou cantora. Galvão Bueno aproveitou e brincou que tentaria uma vaga para ela no Projac (Central Globo de Produções - local onde são gravadas novelas, seriados e programas da TV Globo). Ela ainda mandou beijos para os amigos que ficaram no Brasil e depois apresentou seu quarto para o "Esporte Espetacular".

Lucimar, conhecido como Lúcio, contou como surgiu seu codinome. O jogador também falou a respeito do valor que dá à família: "Aqui dentro de casa a gente costuma falar que é um oásis, um paraíso separado...Quando eu passo aquela porta eu deixo tudo lá fora".

Evangélico, Lúcio expôs a importância de ser um exemplo com suas ações para a família e a sociedade. "A Bíblia para mim é um manual. Você tem instruções ali que Deus deixou bem calro paa você usar no dia-a-dia...Eu procuro passar alegria para os meus filhos, um estilo de vida que Deus nos ensina", falou.

Fonte: Esporte Espetacular e Portal Guia-me

23 de março de 2010


projeto contra homossexuais gera divisão na igreja Ugandense
O projeto de lei que criminaliza a prática homossexual rachou a igreja cristã em Uganda, uma das instituições mais influentes do país. As cúpulas católica e anglicana, bem como as incontáveis pequenas igrejas de bairro, condenam os gays, ainda que nem todos defendam pena de morte para eles, como propõe projeto de lei em debate no Congresso.

Mas uma dissidência se abriu, liderada pelo bispo aposentado da Igreja Anglicana Christopher Senyonjo, 78, que por 24 anos foi o responsável pela diocese de Buganda Oeste, na fronteira com a República Democrática do Congo.

Senyonjo, que afirma ter entre seus amigos o colega anglicano Desmond Tutu, sul-africano que recebeu o Prêmio Nobel da Paz, é um dos líderes da campanha contra a nova lei antigays. Na semana passada, apresentou uma petição ao Parlamento pedindo que o projeto seja derrotado.

"O projeto é draconiano e desumano. Há muita ignorância sobre a sexualidade humana neste país", diz ele. Senyonjo, por conta de sua posição, foi colocado na geladeira pela cúpula da igreja em Uganda, que por sua vez é filiada à Igreja Anglicana britânica. Está temporariamente suspenso e não pode oficiar missas. Ele afirma que não se importa.

"Quando as pessoas abordam a sexualidade sob um ponto de vista puramente religioso, sempre há problemas", declara. Desde que começou como padre, há mais de meio século, Senyonjo se interessou pelos relacionamentos entre casais, oferecendo conselhos. Primeiro apenas para heterossexuais. "Mas com o tempo, muitos gays vieram me procurar. Eu os aconselho. Não forço ninguém a se curar", declara.

"Renascidos"

Em Uganda, vigora uma vertente marcadamente conservadora do cristianismo. O fenômeno dos "renascidos", pessoas que se descobriram cristãs em algum ponto da vida, tem entre seus adeptos o presidente, Yoweri Museveni, e a primeira-dama, Janet.

Ambos são amigos de outro "renascido", o ex-presidente dos EUA George W. Bush. Diversos ministros e deputados -incluindo o autor do projeto, David Bahati- também se dizem fervorosamente cristãos.

Mas é nas pequenas igrejas que pipocam pelo país que a oposição aos gays e o apoio à lei são mais intensos. No mês passado, o pastor Martin Ssempa, da Makerere Community Church, no centro de Campala, causou forte reação ao mostrar fotos de gays na cama, durante uma palestra. Pretendia denunciar o que eles fazem "entre quatro paredes".

"Ninguém em Uganda apoia a homossexualidade, porque vai contra os mandamentos de Deus e a cultura tradicional africana", disse o pastor James Okurut, número dois na igreja comandada por Ssempa.

Segundo ele, matar um gay não é nada de novo em Uganda. "Em algumas vilas, homossexuais são amarrados a árvores e deixados para os animais."

Fonte: Folha de São Paulo

22 de março de 2010

Rock'n Roll para Cristo!!!



Além dos Skatistas famosos que se converteram como: O Tarobinha(bola de neve), André Genovesi, Steve Caballero e Christian Hosoi(The Santuari)e do músico Rodolfo Abrantes (ex-Raimundos). Acita a Jesus como seu Senhor o músico profissional norte-americano Brian Head, ex-integrante da banda Korn, se converteu ao CRISTIANISMO.´

20 de março de 2010

Pedofilia do HAMAS


Velho olha que absurdo. É lamentável... é incabível...

PEDOFILIA OFICIAL: CASAMENTO COLETIVO DE 450 HOMENS COM MENININHAS COM MAIS DE 4 ANOS EM GAZA.

A HISTÓRIA OCULTA DO MUNDO ISLÂMICO: A PEDOFILIA DO HAMAS

Enquanto a imprensa exalta os "lutadores da liberdade do Hamas", os "rebeldes", o mundo desconhece uma das histórias mais SÓRDIDAS de abuso infantil, torturas e sodomização do planeta, vinda do fundo dos esgotos de Gaza: os casamentos pedófilos do Hamas, que envolvem até crianças de 4 anos. Tudo com a devida autorização da lei do islamismo radical.

Infância perdida, abuso certo: ficaremos calados?

A denúncia é do Phd Paul L. Williams e está publicada no blog thelastcrusade.org e é traduzida com exclusividade no Brasil pelo De Olho Na Mídia (ninguém mais na imprensa nacional pareceu se interessar pelo assunto).

Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.

Grandes dignatários muçulmanos, incluindo Mahmud Zahar, um líder do Hamas foram pessoalmente cumprimentar os casais que fizeram parte desta cerimônia tão cuidadosamente planejada.

"Nós estamos felizes em dizer à América que ela não pode nos negar alegria e felicidade", Zahar falou aos noivos, todos eles vestidos em ternos pretos idênticos e pertencentes ao vizinho campo de refugiados de Jabalia.

Cada noivo recebeu 500 dólares de presente do Hamas.

As garotas na pré-puberdade (pré-puberdade?????), que estavam vestidas de branco e adornadas com maquiagem excessiva, receberam bouquets de noiva.

"Nós estamos oferecendo este casamento como um presente para o nosso povo que segue firme diante do cerco e da guerra", discursou o homem forte do Hamas no local, Ibrahim Salaf.

As fotos do casamento relatam o resto desta história repugnante.

Noivas de 4 a 10 anos e presentes de $500

O Centro Internacional Para Pesquisas Sobre Mulheres estima agora que existam 51 milhões de noivas infantis vivendo no planeta e quase todas em países muçulmanos.

Quase 30% destas pequenas noivas apanham regularmente e são molestadas por seus maridos no Egito; mais de 26% sofrem abuso similar na Jordânia.

Todo ano, três milhões de garotas muçulmanas são submetidas a mutilações genitais, de acordo com a UNICEF. A prática ainda não foi proibida em muitos lugares da América.

Nesta hora até a miséria desaparece de Gaza: carros de luxo para meninas reduzidas a lixo.

A prática da pedofilia teria base e apoio do islã. O livro Sahih Bukhari em seu quinto capítulo traz que Aisha, uma das esposas de Maomé teria seis anos quando se casou com ele e as primeiras relações íntimas ocorreram aos nove. O período de espera não teria sido por conta da pouca idade da menina, mas de uma doença que ela tinha na época. Em compensação, Maomé teria sido generoso com a menina: permitiu que ela levasse todos os seus brinquedos e bonecas para sua tenda...

Mais ainda: talvez o mais conhecido de todos os clérigos muçulmanos deste século, o Aiatóla Komeini, defendeu em discursos horripilantes a prática da pedofilia:

Um homem pode obter prazer sexual de uma criança tão jovem quanto um bebê. Entretanto, ele não pode penetrar; sodomizar a criança não tem problema. Se um homem penetrar e machucar a criança, então ele será responsável pelo seu sustento o resto da vida. A garota entretanto, não fica sendo contada entre suas quatro esposas permanentes. O homem não poderá também se casar com a irmã da garota... É melhor para uma garota casar neste período, quando ela vai começar a menstruar, para que isso ocorra na casa do seu marido e não na casa do seu pai. Todo pai que casar sua filha tão jovem terá assegurado um lugar permanente no céu.

Esta é a história que a mídia não conta, que o mundo se cala e não quer ver, ou que não querem que você saiba.

Mas agora você está ciente, não tem mais jeito! Vai ficar calado? Cobre os veículos de mídia, aja! Se você não fizer nada, ninguém poderá salvar estas vítimas inocentes do inferno do Hamas e similares.